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Comitiva do Ministério da Defesa visita o CTEx

Publicado: Sexta, 19 de Maio de 2017, 00h00 | Última atualização em Sexta, 19 de Maio de 2017, 15h46 | Acessos: 37

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Rio de Janeiro – O Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (ChEMCFA), Almirante-de-Esquadra Ademir Sobrinho, visitou o CTEx, Centro Tecnológico do Exército, no dia 17 de maio, para verificar “in loco” os trabalhos do Projeto RDS Defesa, Rádio Definido por Software. O AE Ademir foi recebido pelo Gen Div Cláudio Duarte de Moraes, Vice-Chefe de Ensino, Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do Departamento de Ciência e Tecnologia e pelo Chefe do CTEx, Gen Bda Robson Santana de Carvalho. O Gen Div Gláucio Lucas Alves, Subchefe de Comando e Controle da Chefia de Operações Conjuntas do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, acompanhou o ChEMCFA durante a sua estada no Centro.

Os objetivos da visita foram conhecer o atual estágio de desenvolvimento do RDS Defesa e identificar ações que possam assegurar o prosseguimento do Projeto. O Chefe do CTEx, Gen Bda Robson Santana de Carvalho, iniciou a atividade com uma apresentação institucional do Centro. Na sequência, o Coordenador Técnico do Projeto, TC David Fernandes Cruz Moura, realizou uma explanação sobre o Projeto RDS Defesa. Ato contínuo, o grupo percorreu as instalações dos laboratórios do Projeto onde a equipe de engenheiros e técnicos apresentou os equipamentos já desenvolvidos, o atual estágio de cada um, realizaram uma demonstração do funcionamento e expuseram os próximos passos a serem dados para a conclusão do Projeto.

O RDS Defesa é um projeto do Ministério da Defesa que visa entregar às Forças Armadas um rádio para uso militar que unificará as comunicações das três Forças. A tecnologia escolhida para a Pesquisa e Desenvolvimento permitirá que software e hardware sejam independentes e que possam ser atualizados sempre que houver necessidade. O CTEx gerencia o projeto e trabalha integrado com outras instituições da Marinha do Brasil e do Exército Brasileiro, além de instituições civis. O Brasil é o único país do hemisfério Sul a atuar no desenvolvimento dessa tecnologia.

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